HÚMUS — FESTIVAL LITERÁRIO DE GUIMARÃES

As obras e os olhares
sobre Raul Brandão

acervo de acesso livre

bibliografia brandoniana
selecionada

vídeos

Os olhares sobre
Raul Brandão e a sua obra

acervo de acesso livre

Consulte aqui uma seleção de livros do autor, disponíveis online, bem como uma súmula bibliográfica dos estudos sobre a obra de Raul Brandão.

Húmus

Memórias, vol. I

Os Pobres

Teatro de Raul Brandão — vol. I

bibliografia brandoniana
selecionada

A

Andrade, João Pedro de. Raul Brandão. A Obra e o Homem.

2.ª ed., Lisboa, Acontecimento, 2002.

C

Castilho, Guilherme de. Vida e Obra de Raul Brandão.

Lisboa, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, 2006.

Chaves, Castelo Branco. «Raul Brandão», in Cadernos da Seara Nova.

Estudos Literários, Lisboa, Biblioteca Nacional, 1980.

Coelho, Eduardo Prado. «Um novo paradigma ficcional — Raul Brandão», in A Escala do Olhar.

Lisboa, Texto Editora, 2003.

Coelho, Jacinto do Prado. «O Húmus de Raul Brandão: uma obra de hoje», in A Letra e o Leitor.

Lisboa, Portugália Editora, 1969.

Coelho, Jacinto Prado. «Da vivência do tempo em Raul Brandão; Raul Brandão: a consciência burguesa», in Ao Contrário de Penélope.

Amadora, Bertrand, 1976.

F

Ferreira, Vergílio. «No limiar de um mundo, Raul Brandão», in Espaço do Invisível II.

Lisboa, Arcádia, 1976.

L

Lopes, Óscar. «Raul Brandão», in Ler e Depois. Crítica e Interpretação Literária 1.

Porto, Inova, 1970.

M

Machado, Álvaro Manuel. Raul Brandão — Entre o Romantismo e o Modernismo.

2.ª ed., Lisboa, Editorial Presença, 1999.

Mourão, Luís. «O Húmus de um certo limiar», in Um Romance de Impoder, A paragem da história na ficção portuguesa contemporânea.

Braga/Coimbra, Angelus Novus, 1996.

Mourão-Ferreira, David. «Releitura do Húmus», in Tópicos de Crítica e História Literária.

Lisboa, União Gráfica, 1969.

N

Nemésio, Vitorino. «Raul Brandão, íntimo», in Sob os Signos de agora.

Coimbra, Imprensa da Universidade, 1932.

P

Palinhos, Jorge. Raul Brandão, in Biografias vimaranenses.

Guimarães, Fundação Cidade de Guimarães, 2013.

Pereira, José Carlos Seabra. «Raul Brandão e o legado do expressionismo», in História Crítica da Literatura Portuguesa: Do fim de século ao modernismo, dir. Carlos Reis.

Lisboa/São Paulo, Editorial Verbo, 1995.

Picchio, Luciana Stegagno. «O teatro existencial de Raul Brandão», in História do Teatro Português, trad. Manuel de Lucena.

Lisboa, Portugália, 1969.

R

Régio, José. «Raul Brandão e o Húmus», in Ler, n.º 8.

Lisboa, 1952.

Reynaud, Maria João. «Raul Brandão e o Expressionismo Literário — Notas para uma leitura de A Farsa», in Línguas e Literaturas — Revista da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

Porto, 1999.

Reynaud, Maria João. Actas do Colóquio Ao Encontro de Raul Brandão.

Porto, Lello Editores/Universidade Católica Portuguesa, 2000.

Reys, Câmara. «Raul Brandão — As questões morais e sociais na literatura», in Seara Nova.

Lisboa, 1942.

Rocha, Clara. «As memórias de Raul Brandão: a vida como luz e sombra», in Máscaras de Narciso. Estudos sobre a literatura autobiográfica em Portugal.

Coimbra, Almedina, 1992.

Rodrigues, Urbano Tavares. «Apontamento circunstancial sobre três artistas do Porto — António Nobre, António Patrício, Raul Brandão», in Ensaios de Escreviver.

Porto, Editorial Inova, 1970.

Rubim, Gustavo. «Estrangeiro e amigo: Raul Brandão nas Ilhas Desconhecidas», in Lusofilias.

Universidade de Aveiro, 2008.

S

Sá, Maria das Graças Moreira de. «A Farsa de Raul Brandão: o grito que Deus não ouve», in Entre a Europa e o Atlântico, Estudos de literatura e cultura portuguesas.

Lisboa, INCM, 1999.

Sá, Maria das Graças Moreira de. «Raul Brandão-Teixeira de Pascoaes: correspondência», in Entre a Europa e o Atlântico, Estudos de literatura e cultura portuguesas.

Lisboa, INCM, 1999.

Sá, Maria das Graças Moreira de. «Vergílio Ferreira e a redescoberta de Raul Brandão», in As duas faces de Jano, Estudos de literatura e cultura portuguesas.

Lisboa, INCM, 2004.

Salema, Álvaro. «Raul Brandão: contrastes e interrogações», in Tempo de Leitura.

Lisboa, Moraes Editores, 1982.

Seixo, Maria Alzira. «Raul Brandão (Húmus)», in Para um estudo da expressão do tempo no romance português contemporâneo.

Lisboa, INCM, 1987.

Sena, Jorge de. «O Gebo e a Sombra de Raul Brandão», in Do teatro em Portugal.

Lisboa, Edições 70, 1989.

Serrão, Joel. «Raul Brandão : espanto, absurdo e sonho», in Temas Oitocentistas II.

Lisboa, Portugália, 1962.

Simões, João Gaspar. «Raul Brandão: realismo irrealista», in Perspectiva Histórica da Ficção Portuguesa. Das Origens ao Século XX.

Lisboa, Dom Quixote, 1987.

T

Torres, Rui. Herberto Helder leitor de Raul Brandão — Uma leitura de Húmus, poema montagem.

Porto, Edições Universidade Fernando Pessoa, 2010.

V

Viçoso, Vítor. A Máscara e o Sonho. Vozes, imagens e símbolos na ficção de Raul Brandão.

Lisboa, Edições Cosmos, 1999.

vídeos

Capicua lê Raul Brandão

Se os batéis estão em perigo, corre a costa, açoitada pelo vento, bebendo as lágrimas e o cuspo do mar e, contendo o coração em farrapos, com as mãos negras apertadas sobre a tábua rasa do peito.

Francisco José Viegas lê Raul Brandão

O papel dos doidos é de primeira importância neste triste planeta, embora depois os outros tentem corrigi-lo e canalizá-lo... Também entendo que é tão difícil asseverar a exactidão de um facto como julgar um homem com justiça.

Pedro Mexia lê Raul Brandão

Olhava este momento que ia desaparecer, com saudade - porque nunca mais se repetiria no mundo. Nunca mais outro segundo igual nem na luz, nem vibração, nem na ternura...O momento em que me sorriste, baloiçado entre o nada e o nada, nunca mais se tornaria a repetir, idêntico e completo, em todos os séculos a vir!

Lídia Jorge lê Raul Brandão

Todas as vontades a compeliram e a esmagaram - quer retomar a forma primitiva. Dir-se-ia que cresce na noite, e que a sua boca é uma bocarra cada vez maior, para pregar, para açular, para vomitar injúrias.

Afonso Cruz lê Raul Brandão

Já dizia o outro: um romance, um poema ou uma álgebra são meras explicações do universo, e eu todo me alvoroço com o que o universo fez sofrer ou fez rir ao Eça, ao Fialho e ao Camilo, e só me interessa deveras a maneira como eles reagiram.

Bruno Vieira Amaral lê Raul Brandão

Tempo de procissões e de arraiais, de papoulas e de nêsperas, de águas de rocha, vivas e alegres; tempo de as moças cor de camoesa deixarem beijar os beiços sabendo ainda a fruta — ao partirem para as romarias, dançando, entre o tinir dos grilos, ao som das violas, suadas, as ancas roliças... Oh Minho! Oh vinho verde!

Raul Brandão